Sísifo Revista de Ciências da Educação Unidade de I&D de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa  Direcção de Rui Canário e Jorge Ramos do Ó ISSN: 1646-4990

09
2009
Mai | Jun | Jul | Ago

Avaliação em Educação: Perspectivas Ibero-Americanas

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A avaliação como estratégia de ensino

Avaliar processos e resultados

Autor: Norberto Boggino +

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Notas

  1. Esta abordagem já foi feita em Globalización, redes y transversalidad de los contenidos en el aula (Boggino, 1995).

  2. Classificar os alunos para a sua promoção surge com a necessidade de seleccionar e hierarquizar os mais aptos para cumprir determinadas funções, requeridas pela sociedade. Uma necessidade fundada num tipo de sociedade com fins específicos e no paradigma positivista, que adquire uma importância significativa a partir de concepções tecnicistas, nas quais, de facto, a avaliação se reduz à classificação. Esta concepção foi-se enraizando de forma progressiva e, com o passar do tempo, foi-se legitimando, ao mesmo tempo que surgiram instrumentos como os testes psicológicos que, da sua parte, promoveram a ilusão de que se pode alcançar medições objectivas e superar o arbitrário e subjectivo inerentes à elaboração e correcção de testes, como se faz tradicionalmente.

  3. Referimo-nos à nossa investigação “Condiciones y procesos de producción de los obstáculos para el aprendizaje genuino” (1999/2001). CIUNR, Argentina.

  4. N.T. No sistema educativo argentino a Educação Inicial vai dos 45 dias aos 5 anos, inclusive, sendo que este último ano é obrigatório (corresponderá, de grosso modo, ao nosso ensino pré-escolar: infantário e pré-primário).

  5. N.T. Na Argentina, a educação primária é obrigatória, com início aos 6 anos de idade e com a duração de 7 anos.

Referências bibliográficas

BOGGINO, N. (1995). Globalización, redes y transversalidad de los contenidos en el aula. Rosario: Homo Sapiens Ediciones.

BOGGINO, N. (2004). El constructivismo entre al aula. Rosario: Homo Sapiens Ediciones.

BOGGINO, N. & DE LA VEGA, E. (2006). Diversidad, aprendizaje e integración en contextos escolares. Cómo prevenir y abordar problemas escolares en el aprendizaje y en la conducta. Rosario: Homo Sapiens Ediciones.

DÍAZ BARRIGA, A. (1991). Didáctica. Aportes para una polémica. Buenos Aires: Aique.

SANTOS GUERRA, M. A. (1996). Evaluación Educativa 2. Buenos Aires: Magisterio del Río de La Plata.

 

 

Tradução de Gabriela Lourenço


Sobre o Autor:

Norberto Boggino (ra.moc.tenra@oniggobnREVERSETHIS) - CV

Universidade Nacional de Rosário | Argentina

Keywords
Aprendizagem, Avaliação, Ensino, Estratégias.
Como referenciar este artigo:

Boggino, Norberto (1970). A avaliação como estratégia de ensino. Avaliar processos e resultados. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, , pp. 73-80. Consultado em [mês, ano] em http://sisifo.fpce.ul.pt